Imagens de Belém

Em zonas de casas modestas e degradadas vão nascendo prédios de 30 e 40 andares






Um novo meio publicitário: uma faixa que se estende ao longo da passadeira quando o semáforo está vermelho



Apesar de ser proibido construir em altura na zona junto à baía, o prédio que vemos aqui é do Ministério da Fazenda


D. João Bosco vigia de perto o sanitário das mulheres



Caramelos a prestações, sem juros








Imagens de Belém: Museu do Índio

Num prédio antigo chamado “Solar da Beira”, integrado no Complexo do Ver-o-Peso, está instalado o Museu do Índio do Pará.

Tem de momento materiais e fotografias dos índios Asurini Awaeté, da zona de Altamira.
Asurini quer dizer índios vermelhos e Awaeté quer dizer gente de verdade.

Este é o início de uma colecção que vai ser ampliada em breve.




Nildo Awaeté, guia do museu



Uma rede para dormir, com protecção contra os mosquitos




Imagens de Belém: Ver-o-Peso

Um dos sítios mais fantásticos de Belém é o complexo de Ver-o-Peso. Neste local, antes um simples ancoradouro na Baía do Guajará, os portugueses construiram um posto de fiscalização e controlo alfandegário da Amazónia, popularmente conhecido como o sítio de ver o peso.





Hoje, no seu quarto século de vida, é um complexo de edifícios e tendas, com o pequeno porto e zona comercial adjacente, o mercado do peixe, o das carnes e uma zona imensa de pequenas barracas ao ar livre, cobertas com toldos por causa do sol escaldante e das chuvas tropicais. Dizem ser o maior mercado de ar livre da América Latina. Vende-se de tudo e pode-se pagar com visa.












A “praça da alimentação”, como é chamada, consta de um sem-número de pequenos balcões quadrados de 2x2 metros, dentro dos quais uma cozinheira prepara e serve as iguarias locais. Em dimensão, deixa a léguas as zonas de alimentação dos maiores centros comerciais. Está organizada por especialidades: uma zona para os pratos de peixe, outra para os de carne, uma outra para beber e petiscar, para tomar café, etc.





Ver-o-Peso tem vindo a ser recuperado com investimentos decididos com base no processo de orçamento participativo e é gerido como um condomínio participativo.




Sendo um ponto de visita obrigatório durante o Fórum Social, a prefeitura organizou no mercado um intenso programa de animação cultural.